Em 2006, aos 24 anos, Tiago decidiu se dedicar somente à especulação. “Meu pai sempre dizia que quem trabalha não tem tempo de ganhar dinheiro. Ele mesmo só ganhou dinheiro quando pediu uma licença na CVM e foi investir. Então, ele me apoiou em minha decisão.” O investidor conta que, ao contrário do clichê, no começo foi fácil. “A Bolsa só subia.” Mas hoje a situação é muito diferente. “É preciso muita disciplina e há um grande sacrifício emocional. É desgastante, você dorme preocupado, tem dia em que você nem dorme. Mas quem quer um patrimônio, certa estabilidade, poder viajar para onde quiser, tem que fazer um sacrifício. Não é um mar de rosas, mas vale a pena.”

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De pobre a rico, veja dicas e empresas que ensinam a trabalhar com investimentos no mercado financeiro.

Neste artigo iremos descrever diversas historias de sucesso e citar empresas que dão ideias atualmente no mercado financeiro para ganhar dinheiro com investimentos.



SÃO PAULO – Livrar-se do chefe chato, das longas jornadas de trabalho e do salário insatisfatório é o sonho de muita gente. Para quem não nasceu em berço de ouro, pode parecer impossível atingir a liberdade financeira – a não ser por meio da Mega Sena. Mas mudar de patamar sem depender da sorte não é algo impossível. Na verdade, centenas de brasileiros realizam esse sonho todos os dias. Para o empresário e especulador Tiago Piedade, que aos 24 anos abandonou um emprego formal, há um caminho para que todos possam dar uma reviravolta na vida financeira: os investimentos. Hoje aos 30 anos, Piedade mora em um belo condomínio em Botafogo, no Rio de Janeiro, e se dá ao luxo de viajar quando quer para onde quer.

Conheça a história dele e de outros 5 investidores:

Tiago Piedade
Aos 30 anos, Tiago Piedade possui ativos que lhe permitem manter “um padrão de vida acima da média nacional”. Sua remuneração mensal alcança R$ 15 mil, além de um bônus de aproximadamente R$ 45 mil a cada três meses – dependendo de sua performance na gestão dos investimentos. O ex-estudante de direito hoje é proprietário da GNT Investimentos e especulador. “Meu pai sempre foi funcionário da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), e os termos do mercado estavam presentes no meu dia a dia. Por isso, quando completei 18 anos e meu pai me deu R$ 20 mil para comprar um carro, eu disse que preferia colocar aquele dinheiro em uma aplicação financeira. Seguindo as orientações dele, optei por um fundo atrelado ao Ibovespa. A Bolsa subiu bem, tive um bom retorno o que fez eu me interessar de vez pelo mercado financeiro.

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