Abra contas digitais

Outra medida a ser adotada, é abrir várias contas digitais. Opte por contas que não cobram taxas e anuidade, e gradualmente você pode ser aprovado em um dos cartões de crédito.

O Nubank foi um exemplo disso, a qual aprova inicialmente com um limite baixo, de apenas R$ 400. Gradualmente, passe a utilizar mais a conta de pagamento do Nubank, para consegui aumentar meu limite de R$ 400 para R$ 4.000, obviamente que adotando algumas ações pontuais.

Mantenha um Cartão ativo

Se você já possui um cartão de crédito que ficou ativo mesmo após uma negativação, continue utilizando. Isso porque este cartão ajuda MUITO na hora de conseguir crédito pelo tempo que você possui um cartão ativo. Construa um relacionamento de longo prazo com o banco e baseie-se onde eles consultam o score

Melhore o seu score de crédito.

Mantenha o Cadastro Positivo ativo nos birôs de crédito – SPC Brasil, Boa Vista, Serasa Experian e Quod. Adote algumas ações pontuais para ir melhorando seu score. Como, por exemplo, coloque as contas básicas de consumo no seu nome, coloque as contas em débito automático, movimente a sua conta bancária, e acima de tudo, pague tudo SEMPRE em dia.

Confira seu score

Confira a pontuação do seu score de crédito em todos os birôs. Você pode conferir qual score os bancos consultam, e dependendo da situação em cada um deles, tente solicitar um cartão de crédito baseado no birô que você possua a melhor nota de crédito.

Saiba como consumidores estão conseguindo cartões de crédito mesmo com Score muito baixo

Como é possível conseguir diversos cartões de crédito mesmo com Score muito baixo.
A partir de agora, você vai conferir algumas dicas, tanto para aumentar o meu score de crédito, quanto para recuperar o crédito no mercado.

Gastos mensais: R$ 5 mil* Juros reais: 2% Patrimônio para independência financeira: R$ 3 milhões

Gastos mensais: R$ 10 mil* Juros reais: 2% Patrimônio para independência financeira: R$ 6 milhões

Gastos mensais: R$ 5 mil* Juros reais: 4% Patrimônio para independência financeira: R$ 1,5 milhão

Gastos mensais: R$ 10 mil Juros reais: 4% Patrimônio para independência financeira: R$ 3 milhões

*As simulações acima são usadas apenas para quem não pretende utilizar o principal, e sim apenas os rendimentos da aplicação ao longo da vida, e levam em consideração o rendimento bruto das aplicações, sem desconto de taxas ou impostos.

Com informações do site: UOL

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Os fundos imobiliários também devem fazer parte do portfólio do investidor que quer acumular patrimônio. “Esses fundos têm sua taxa atrelada aos aluguéis que recebem [e que são corrigidos pela inflação]”, diz Torres. Para o analista da Wintrade Igor Graminhani, quem não vai usar o dinheiro em breve e tem um bom conhecimento de finanças deve olhar para o mercado acionário.

Também será preciso alguma paciência e sangue-frio em momentos como o atual, de forte turbulência na Bolsa. Para quem não tem tanto conhecimento, nem tempo para analisar as empresas, os fundos de ações são uma boa opção, já que alguns oferecem retornos muito superiores à Selic.

Quanto preciso acumular?

Saber quanto precisa acumular para atingir a independência financeira é o primeiro passo para buscar esse objetivo. É importante lembrar que o valor vai depender do tipo de vida que a pessoa quer levar depois que conseguir juntar dinheiro suficiente para lagar o emprego. Além disso, também é necessário considerar qual a rentabilidade se pode conseguir deixando o valor em várias aplicações financeiras.

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Tomar risco, porém, é uma arte. Com um perfil bastante agressivo, o investidor Fausto Alexandre Mazine conseguiu juntar seu primeiro milhão muito cedo, por meio de operações sofisticadas. Ele começou a investir em ações, mas logo percebeu que, com pouco capital, os ganhos não eram grandes o suficiente para ele se manter apenas com os lucros obtidos na Bolsa. Foi então que começou a operar com opções sobre ações, deixou o emprego e fez dinheiro.

Marcelo Coutinho concorda: “meu grande diferencial foi estudar uma teoria a fundo e transformá-la em uma grande estratégia. É comum achar que dá para ganhar dinheiro deixando os investimentos na mão da corretora, pegando apenas uma dicazinha aqui e ali. Não é verdade. É preciso pensar fora da caixa.” Obviamente que, para cada pessoa que ganha muito com opções, há dezenas de outras que perdem fortunas. Aos que não têm tempo, conhecimento nem coragem para se aventurar em operações mais complexas, o ideal é criar o hábito de poupar com disciplina.

Os recursos poderão ser usados em aplicações de longo prazo ou de risco moderado e gerar um crescimento consistente de patrimônio. A própria renda fixa traz alternativas mais rentáveis que a poupança ou o CDB. “Apesar de terem um risco maior, as debêntures (títulos de dívidas de empresas privadas) são uma opção”, aponta Torres. Uma alternativa são os títulos públicos atrelados à inflação (NTN-B – Notas do Tesouro Nacional série B) de prazo mais longo. Para os investidores que adéquam o prazo do título ao objetivo, o risco do investimento é baixíssimo. O economista garante que, além de não recuar, a inflação está dando sinais de aumento.

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Independência Financeira

Mas afinal, o que é independência financeira? De quanto estamos falando? Para muita gente, ganhar o primeiro milhão já seria suficiente para jogar tudo para o alto. Mas com o atual custo de vida nas grandes cidades e a queda dos juros, isso ainda não seria suficiente para viver de renda por várias décadas. Para o educador financeiro Rafael Seabra, do site Quero Ficar Rico, conquistar a independência financeira significa não depender de salário para viver. Quando a soma dos rendimentos de seus investimentos e dividendos de suas ações atingirem o valor suficiente para suprir suas necessidades financeiras sem consumir o principal corrigido pela inflação, já é possível se considerar financeiramente independente. Mas como chegar a esse patamar? Acumular um belo patrimônio é o caminho óbvio. “Fazer render pouco dinheiro é muito mais difícil”, afirma Marcelo Coutinho.

Para viver de renda, também não é mais possível aplicar apenas em investimentos conservadores. Para o economista e diretor da Norfolk Advisors, Ricardo Torres, não dá para atingir a independência ficando restrito apenas às aplicações quase sem risco. “Com os juros em queda e a inflação que não cede, o ganho real do investidor que ficar apenas nos instrumentos tradicionais, como poupança e CDB, está próximo de zero”.

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“Mas para conquistar a independência financeira que eu tanto almejava, percebi que precisava de mais. Foi então que revi meus itens de consumo e minhas decisões financeiras, vendi meu carro, abri mão de alguns hobbies, vendi itens de coleção, desfiz uma sociedade e decidi que precisava começar a multiplicar meu dinheiro. Passei a organizar meu cotidiano financeiro. Estipulei metas de gastos para minhas principais necessidades e passei a anotar minhas receitas e despesas.

Decidi aprender mais sobre investimentos e fiz diversos cursos. Criei metas de investimento claras e passei a investir de forma mais agressiva, não sem antes compor uma reserva de emergência. Com alguns sócios, participei de muitos negócios diferentes, compra e venda de carros usados, imóveis, terrenos, sociedade em pequenas empresas etc.

Com o tempo, convenci esse grupo a focar em uma boa carteira de investimentos em ações e imóveis. Além disso, em meados de 2003, fui apresentado a um gestor de fundos de investimento em renda variável, uma alternativa de investimento até então nada popular. Coloquei cerca de R$ 50 mil lá e, a partir de 2005, ainda passei a aportar cerca de R$ 1.000 todo mês. A Bolsa realmente se mostrou muito interessante, e, em cerca de sete anos, o fundo rendeu mais de 850%. A grana literalmente deu cria.”.

Investimentos: ações e renda fixa

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