“Mas para conquistar a independência financeira que eu tanto almejava, percebi que precisava de mais. Foi então que revi meus itens de consumo e minhas decisões financeiras, vendi meu carro, abri mão de alguns hobbies, vendi itens de coleção, desfiz uma sociedade e decidi que precisava começar a multiplicar meu dinheiro. Passei a organizar meu cotidiano financeiro. Estipulei metas de gastos para minhas principais necessidades e passei a anotar minhas receitas e despesas.

Decidi aprender mais sobre investimentos e fiz diversos cursos. Criei metas de investimento claras e passei a investir de forma mais agressiva, não sem antes compor uma reserva de emergência. Com alguns sócios, participei de muitos negócios diferentes, compra e venda de carros usados, imóveis, terrenos, sociedade em pequenas empresas etc.

Com o tempo, convenci esse grupo a focar em uma boa carteira de investimentos em ações e imóveis. Além disso, em meados de 2003, fui apresentado a um gestor de fundos de investimento em renda variável, uma alternativa de investimento até então nada popular. Coloquei cerca de R$ 50 mil lá e, a partir de 2005, ainda passei a aportar cerca de R$ 1.000 todo mês. A Bolsa realmente se mostrou muito interessante, e, em cerca de sete anos, o fundo rendeu mais de 850%. A grana literalmente deu cria.”.

Investimentos: ações e renda fixa

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